Baine Casco Sangrento: Como Nossos Pais Parte 1

by luizcsilva on 10 de julho de 2018

Uma carroça caindo aos pedaços seguia pela estrada a caminho do Grande Portão, onde uma pequena patrulha esperava para escoltá-la até a longínqua torre do zepelim. Lá, o carregamento de água seria distribuído aos assentamentos de orcs em Durotar, a terra mais atingida pela recente seca. O jovem kodo puxava a carroça com o ritmo lânguido da rotina coreografada, passando pelo cume da colina antes de sumir.

Um goblin exasperado observava enquanto a carroça desaparecia. A carroça dele devia ter seguido com essa caravana, mas ele estava preso junto ao poço porque a brisa tinha parado, o que tornava inútil a bomba do moinho de vento. — Vamos adiantar isso aí? A gente tem que correr pra não perder a escolta nessa viagem.

— O goblin batia o pé no chão, irritado, enquanto dirigia seu furor contra o jovem orc que lutava com a engrenagem.

— Relaxa, Izwix — disse um guerreiro orc deitado na grama. — O que é que meia dúzia de palermas da Aliança vão fazer? Se mexerem um dedo, levam uma machadada na cabeça. — Ele pegou um galhinho de um arbusto próximo e começou a palitar os dentes.

— A Aliança é uma ameaça, sim, Grotz! — replicou o goblin. — E eu preferia ter uma escolta a depender das suas habilidades medíocres… ou das dele —, disse, apontando para o assassino agachado no mato.

— Não se preocupe comigo, Izwix — disse Dras, aparecendo subitamente do esconderijo. — Quem chegar perto de mim leva uma espetada no meio das costas. Deixe esses cães da Aliança virem.

Izwix suspirou:

— Que é que eu fiz pra acabar com esses dois… hein? — Os arbustos perto do poço chacoalharam. Ele inclinou a cabeça com curiosidade. — O que foi isso?

Todos se viraram na direção do som. Grotz pegou o machado e ficou de pé. O som parou. Ele deu um cauteloso passo à frente, e um farfalhar percorreu toda a extensão da cerca-viva como uma onda. Os arbustos começaram a balançar violentamente. Izwix se afastou com cuidado, aproximando-se do kodo atrelado à carroça de água. Dras sacou as facas nervosamente enquanto o barulho de folhas se intensificava.

Dezenas de feras parecidas com javalis, armadas com lanças e inúmeras outras armas, vestidas em armaduras costuradas, irromperam e investiram contra o grupo. Um ou dois morreram pelo machado de Grotz antes de o subjugarem, e Izwix fugiu. Escapando dos ataques, Dras avançou veloz contra o agressor que vinha à frente. Os javatuscos lançaram golpes a esmo no orc, acabando por atingi-lo na têmpora.

Os outros membros da caravana pereciam um após o outro. O vermelho rapidamente maculou a grama que rodeava o poço. Izwix havia conseguido soltar e montar o kodo, mas uma lança cortou os ares e o derrubou da sela. O kodo continuou manquejando estrada afora enquanto os javatuscos saqueavam a carroça e desapareciam pelo mesmo mato de onde vieram, para os lados da Ravina da Lâmina Espinhenta.

Algum tempo antes disso, Baine Casco Sangrento, grande chefe das tribos taurens, encontrava-se em sua tenda no Penhasco do Trovão com Garrosh Grito Infernal e o Arquidruida Hamuul Runa Totem. Essa reunião não foi acaso: Baine havia decidido não buscar vingança contra Garrosh pela morte de Caerne Casco Sangrento em prol de uma liderança unificada da Horda. Baine sabia que, para sobreviver, a Horda precisaria de uma figura que tivesse um forte apelo, e Garrosh poderia inspirar o povo dele. Contudo, a reunião não ia bem. Garrosh, antes cauteloso por ter participado na morte do pai de Baine, voltou a se estufar de bazófias e bravatas, levando a Mulgore uma quantidade absurda de exigências.

Vozes ardorosas surgiam e sumiam naquele pequeno espaço. Hamuul, embora normalmente reservado, começava a levantar o tom da voz em resposta à obstinação e à impertinência do jovem orc à sua frente. Aos olhos do tauren, a liderança de Garrosh deixava muito a desejar. Custava a Hamuul acreditar que Caerne Casco Sangrento, o maior dos líderes taurens, tinha sido derrotado por aquele fedelho. Como conselheiro de Baine, Hamuul abriu as negociações sobre carregamentos de água para Orgrimmar. Até este momento, as conversas não corriam bem.

Baine observava com resignação, mão apoiada sobre a maça, antes de educadamente erguer a mão para intervir. Após alguns instantes, os outros dois silenciaram e olharam para Baine:

— Garrosh, você diz que precisa de água, mas e o Rio Furiaustral com seu divisor de águas? Ele não consegue suprir toda a água de que vocês precisam?

Uma expressão de desdém escapou dos lábios de Garrosh.

— Normalmente, sim, mas está contaminado. Ainda serve para irrigação, mas não é potável e isso é motivo de tensão em nossa cidade e nas áreas há assentamentos de orcs.

Olhando Garrosh nos olhos, Hamuul simplesmente disse:

— E o que é que o está contaminando?

Garrosh rangeu os dentes. — Parece que os projetos dos goblins em Azshara têm… efeitos colaterais. A contaminação das escavações se infiltrou no solo e foi levada para o sul pelo rio. Nós sofremos as consequências.

Os olhos de Baine encontraram os de Hamuul rapidamente. — Por que não ordenar aos goblins que parem?Dar um tempo à terra para se curar e continuar depois? Com prudência e planejamento, eles podem tocar seus projetos de modo restrito sem ferir desnecessariamente a terra.

Garrosh bateu com o punho na mesa:

— Estão loucos? As ações deles são vitais para os preparativos da guerra, e eu não vou minar a segurança da Horda. Mulgore ainda tem água sobrando, e é essa água que suprirá Orgrimmar e os assentamentos externos.

Hamuul disse num tom baixo:

— Eu concordo com Baine, e você sabe que ele está certo. Os goblins precisam parar ou transpor suas obras para outro lugar enquanto a terra se cura e o rio se recupera.

— E por que a opinião de vocês seria mais válida do que as outras milhares que eu ouço todos os dias? — Garrosh apertou um pouco os olhos. — E eu não estou pedindo. Estou mandando.

A discussão se acirrou novamente. Hamuul e Garrosh continuaram berrando até que Baine exasperou-se e gritou:

— Chega! Essas picuinhas não vão resolver nada!

Ambos interromperam o que diziam, surpresos com o arroubo, e fitaram Baine, que disse num tom mais controlado:

— Garrosh, você terá sua água. Mas quero um representante oficial dos taurens como consultor nos futuros projetos dos goblins.

Garrosh fixou os frios olhos em Baine. — Pode apostar que terei minha água. Eu tenho uma obrigação para com a Horda, que é manter todos seguros. Não vou admitir que questionem minha liderança ou meus motivos. — Com isso, irrompeu tenda afora, gritando sem se virar:

— Meu emissário virá aqui em breve para agendar os carregamentos!

Hamuul, observando Garrosh ir embora, comentou:

— Se ao menos ele desse ouvidos a uma voz que não a dele…

Baine sorriu com tristeza e pousou a volumosa mão no ombro de Hamuul.

— Ele precisa de tempo, Hamuul. Para tipos como Garrosh, o tempo voa. Ele dará vez à razão ou acabará por se enforcar. São os únicos futuros possíveis para ele. Em todo caso, a paciência é nossa maior aliada.

Hamuul meneou a cabeça tentando entender.

— Nós já existíamos antes de virem os orcs, como você deve se lembrar. É verdade que seu pai teve uma dívida com Thrall pelo que ele fez para o nosso povo, mas esta é uma nova Horda. Ouvi sussurros de outros taurens. Alguns se perguntam se esta Horda realmente é algo de que devemos fazer parte. — bufou. — A Horda fez muito por nós e temos uma dívida com ela, mas você tem de admitir que esses sentimentos não desprovidos de razão.

Baine tirou um mapa da estante e começou a procurar todas as fontes de água de Mulgore.

— Como você mesmo disse, meu pai tinha uma dívida de gratidão com Thrall, mas confiava na Horda que ajudou a delinear. Meu pai se foi, e agora enfrentamos essas mudanças, mas eu ainda acredito na Horda.

Em pouco tempo, tornaram-se comuns as viagens das caravanas de água partindo de vários poços de Mulgore para Orgrimmar. De lá, a água era distribuída, e os cidadãos de Durotar novamente tinham água fresca em seus lares. Um ou outro relatório demonstrava esporadicamente preocupação com tentativas de assaltos, mas no geral não havia grandes problemas na manutenção do suprimento de água.

O primeiro ataque ocorrido em Mulgore chocou Baine. Não só por ter acontecido em suas terras, mas também por ter sido um massacre. A investigação do incidente não revelou pistas ou motivos dos agressores. Nada foi roubado dos corpos, mas a carroça da caravana foi destruída apesar de não ter nada de valor. Afinal, a carroça só servia para carregar um reservatório de água. As manchas de sangue na grama indicavam que alguns corpos foram levados embora, mas se sabia o que tinha ocorrido a todos os outros membros da caravana.

Baine estava perplexo. Primeiro, ele temeu que o ataque fosse uma revanche dos Temível Totem exilados, mas seus batedores Longa Trilha não encontraram provas do envolvimento desse clã. Um dia, ele estudava esses relatórios quando um mensageiro orc se aproximou e pigarreou. Baine levantou a vista e fez um gesto para que ele entrasse.

— A que devo essa visita?

— Mensagem do Chefe Guerreiro. — O emissário abriu uma carta e começou a ler “Ao Grande Chefe Baine Casco Sangrento dos taurens, o Chefe Guerreiro da Horda, Garrosh Grito Infernal, manda dizer: Os carregamentos de água continuam dentro do cronograma, o que muito me agrada. Contudo, os últimos vieram contaminados por um agente desconhecido. Espero que isso seja resolvido… e logo.”

Baine pensou um pouco, arqueando a sobrancelha, preocupado.

— Esses carregamentos foram do poço de Casco Invernal. Diga a Garrosh que vou pessoalmente verificar. — Com isso, o mensageiro saiu. Baine deixou um de seus valentes encarregado do Penhasco do Trovão e se preparou para ir ao sul de Mulgore.

Baine observou solenemente os corpos ao redor do poço. A cena era uma carnificina. Três carroças tinham sido irreversivelmente destroçadas, e tudo que não estava fixo foi levado, incluindo os reservatórios cheios de água que elas transportavam. Os kodos haviam desaparecido e oito guardas da caravana jaziam ao redor dos seis trabalhadores que eles tentavam defender. Os guardas estavam mais bem preparados desta vez: pelo menos uma dúzia de cadáveres de javatuscos estavam espalhados pela área.

— São javatuscos, mais bem armados porém. Vê essa armadura? É feita de partes de armaduras da Horda. Nunca vi javatuscos tão bem organizados antes. — Baine ficou pensativo. — Um obstáculo à nossa paz em Mulgore sempre foi a obstinada ameaça dos javatuscos. Meu pai nunca conseguiu estabelecer diálogo com eles. Mas, se eles estiverem sob nova liderança, talvez possamos negociar desta vez.

Baine virou-se para o Longa Trilha mais próximo.

— Avise na Aldeia Narache que eles devem tentar contato com os javatuscos da Ravina da Lâmina Espinhenta. Não podemos pagar massacre com massacre. Não haverá uma guerra crescente na minha terra.

— Vou ficar no meu antigo alojamento da Aldeia Casco Sangrento por alguns dias. Traga notícias assim que puder. — Baine então ordenou ao mensageiro:

— Avise a Garrosh que achamos os culpados e que cuidaremos da situação.

Garrosh respondeu poucas horas depois, exatamente como Baine esperava. O Chefe Guerreiro insistiu em mandar tropas para recuperar o território e expulsar os agressores. O fim da mensagem dizia “E se não vencer, pode ter certeza de que eu venço”.

Baine bufou:

— Isso não vai funcionar. Achei que ele perceberia que é preciso evitar outro conflito. Então, que seja. Diga a Garrosh que agradecemos o apoio, mas não há necessidade de operação militar agora. Vamos esperar para ver como saem as negociações. Rezo à Mãe Terra para que sejam frutíferas.

No dia seguinte, o Longa Trilha adentrou a tenda de Baine.

— Tenho notícias sobre a situação dos javatuscos, Grande Chefe.

Baine ficou esperançoso. — Alguma boa notícia, quem sabe?

— Tentamos nos comunicar com eles de todas as formas, mas nossos emissários foram atacados de imediato. A cada tentativa, voltavam cobertos de sangue alheio. — O batedor, vendo a decepção nos olhos de Baine, acrescentou rapidamente:

— Mas as baixas foram as menores possíveis. Eles só lutaram o necessário para poder recuar.

Baine suspirou.

— Está bem. Suspendam as tentativas de negociação por enquanto. Preciso descobrir a causa da agressão deles para podermos resolver esse problema sem derramar sangue.

Um dos conselheiros de Baine falou. — Com todo respeito, Grande Chefe, estou certo de que uma pequena força poderia se infiltrar e assassinar o líder. Isso os lançaria em completa desordem e facilitaria a erradicação deles.

— De jeito nenhum. Eu sei que é possível chegar à paz de algum modo. Não vamos ceder aos apelos da ação militar. Esse é o jeito de Garrosh, não o meu.

Ele voltou a atenção para o Longa Trilha que esperava pacientemente. — Vá e leve minha mensagem. E diga também que ninguém deve entrar no território javatusco sem minha permissão. Vou encontrar uma resposta a essa nova ameaça. — O batedor se foi e Baine se preparou para voltar à casa de seu pai.

Baine virou-se para seus conselheiros mais uma vez antes de sair da tenda:

— O mundo foi partido, a Aliança perturba nossas fronteiras, e a Horda tenta se devorar nas próprias entranhas. Queria tentar outra solução que não envolvesse sangue derramado.

O mesmo conselheiro tornou a falar:

— Estou inclinado a concordar, mas esses javatuscos são brutos belicosos que vem fustigando nosso povo há anos. Uma paz assim não dura muito.

Baine assentiu discretamente:

— Talvez. A paz pode ser efêmera, mas será que precisamos de outro conflito agora, ainda mais em nossa terra? — Dito isso, seguiu para o Penhasco do Trovão.

Certa noite, não muito depois do último ataque, vários taurens da Aldeia Narache se reuniram em redor do fogo. Os ataques dos javatuscos se intensificaram, e parecia que mais e mais água estava sendo drenada das terras deles e enviada a outros.

O mais velho falou primeiro:

— Não é assim que nossas terras devem ser usadas. Até agora, Baine se rendeu a todas as exigências de Garrosh, aquele fanfarrão, não importa o quão mesquinhas. Até quando vamos ficar sentados enquanto ele entrega tudo que é nosso aos orcs?

Outro tauren, mais jovem, acrescentou:

— Não é possível que sejamos os únicos que pensam assim. Alguém falou com as outras tribos?

O primeiro suspirou.

— Eu falei, mas você sabe o quanto os Fúria de Aço e os Casco de Pedra são teimosos. Não enxergam como as ações de Baine após a morte do pai dele afetaram Mulgore.

— Baine pode não ser como o pai, mas tenho certeza de que ele faz o melhor para nós. Ele nunca colocaria algo acima dos interesses do nosso povo.

— Pode ser, mas isso não faz com que viver aqui seja menos perigoso. Nós, dos Ermo Errante, não somos uma tribo que costuma ficar parada. Por que não partimos? Lembram-se que tempos atrás seguíamos os rebanhos?Temos uma terra só nossa agora, mas ao custo dessa liberdade. — Ele suspirou e gesticulou para seus companheiros. — Lembram-se? Um novo pedaço de céu a cada mês? Por que temos de ficar acorrentados a uma só terra quando sempre fomos livres?

— E para onde, mais precisamente, deveríamos ir?

O velho tauren deu de ombros e atiçou o fogo.

— Eu não falei que era um plano perfeito…

Baine encarregou seus Longa Trilha de vigiar os movimentos dos javatuscos e seus ultra-agressivos ataques recentes. Os javatuscos sempre foram criaturas beligerantes. Eles estavam apenas intensificando essa hostilidade agora. Apesar da sua robusta rede de batedores, os ataques ainda aconteciam e não apareciam respostas. Havia um tempo que ele não falava com Hamuul. Ele tinha esperança de que o velho arquidruida tivesse achado alguma pista.

Baine encontrou Hamuul examinando a fauna ao pé do Penhasco do Trovão. Sem querer incomodar seu conselheiro, Baine disse em um tom baixo:

— Busco seu conselho, Hamuul.

Hamuul levantou-se sorrindo. — Claro, jovem Baine. Ofereço todo auxílio ao meu alcance, como você bem sabe.

— Você está ciente de que falei com meus batedores recentemente sobre a última agressão dos javatuscos. Ainda estão atônitos e não tinham respostas. Sei que você esteve comungando mais com a Mãe Terra nestes dias. Descobriu algo que possa elucidar esse mistério?

Hamuul pegou um punhado de grama, cheirou e deixou que o vento o carregasse. Observou os pedaços caírem e meneou a cabeça. — Ainda não, infelizmente. A comunhão com a terra demora, Baine, especialmente com essas tribulações. Continuarei minhas meditações. Não faria mal consultar um ou dois xamãs também…

Baine sacudiu sua cabeça anuviada enquanto olhava Hamuul partir murmurando. Foram muitos acontecimentos na ausência de seu pai. Ele não sabia como resolveria isso, mas estava determinado a descobrir um jeito. Houve muitas disputas nos últimos anos. Uma solução pacífica para esse problema seria uma lufada de ar fresco.

Subindo de volta, Baine encontrou um grupo de taurens com bolsas e suprimentos. — Olá! Os Ermo Errante estão partindo numa jornada?

Eles curvaram a cabeça simultaneamente, e o líder do grupo falou:

— Lamentamos muito, Grande Chefe, mas não podemos mais ficar em Mulgore.

Baine fechou os olhos por um instante. Quando os abriu, o que restava de seu bom humor havia sumido. — Eu os encorajaria a ficar, Casco Cinzento. Eu estaria mentindo se dissesse que não são tempos difíceis, mas é agora, mais do que nunca, que precisamos ficar unidos.

O velho tauren assentiu.

— Você fala a verdade, mas não há muito que possamos fazer. Lembra-se dos tempos idos? Ainda há terras que não provaram o gosto da guerra. A vida pode ser pacífica e livre se formos nômades de novo.

— Mas os velhos costumes não mais valem como antes. Ser nômade é para um mundo muito maior que este mundo, que foi reduzido pela guerra e pela expansão. Fixados em uma terra, temos um lar, e é através de nossa união como povo que poderemos protegê-lo da forma que merece.

Casco Cinzento agitou-se, constrangido.

— Infelizmente, como tantas outras terras, Mulgore agora é só um prolongamento da vontade de Garrosh. Só queremos um lugar que a arrogância dele não alcance. Agradecemos por carregar o manto de líder após a morte de seu pai, mas essas mudanças foram demais para nós.

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