Dar’Khan Drathir – O Maior Traidor dos Sin’doreis

by luizcsilva on 5 de maio de 2020

O Início de Uma Amizade

Dar’khan Drathir era um talentoso magíster Elfo Superior.

Era um Elfo de olhos azuis esverdeados e que sempre usava um chapéu de três pontas.

Dar’khan havia participado de uma pequena comitiva para descobrir o mistério por trás de um mau funcionamento de uma Runa Monolítica.

Porém, a comitiva foi surpreendida por Trolls Amanis.

Todos os patrulheiros e a maioria  dos membros da comitiva foram mortos.

Apenas Liadrin, seu aprendiz Gallel e o magíster Dar’khan foram poupados, amarrados e intoxicados com uma fumaça alucinógina.

Pouco depois, quando os elfos acordaram e viram que a fumaça havia cessado, os trolls trazem mais um prisioneiro.

Eles haviam capturado Lor’themar, na época um patrulheiro de alta patente.

Os trolls deixam os Elfos sozinhos intoxicando-os novamente com a fumaça alucinógena, deixando-os inconsciente.

Ao acordarem, enjoados e com dificuldade de se concentrar devido a intoxicação da fumaça, Zul’jin entra e começa a perguntar sobre formas de minar a Ban’dinoriel.

O líder dos Amanis começa a torturar o Lor’themar quando Galell consegue se soltar, salvando o Lor’themar da morte certa.

Dar’kahn e Liadrin buscavam desesperadamente uma forma de se concentrarem com o arcano e com a luz.

Galell que era um aprendiz de sacerdote e Lor’themar estava perdendo muito sangue e não iriam aguentar muito tempo.

Porém, mesmo abatidos e exaustos, Lor’themar e Galell lutavam para sobreviver.

Com muita dificuldade em buscar a luz, Liadrin conseguiu um ataque mental bem sucedido em Zul’jin.

Isso deu tempo para que Dar’khan conseguisse se concentrar e reunir energia para teleportar os quatro para longe dos Amanis, salvando a todos.

Após esse evento, os quatro se tornaram amigos.

Da Ganância à Corrupção.

Após esse evento, Liadrin subiu de posto de Alta Sacerdotiza.

Galell tornou-se um sacerdote, deixando de ser aprendiz.

Lor’themar foi condecorado por Sylvanas a Senhora dos Cavaleiros dos Campo, recebendo honrarias do próprio Anasterian.

Entretanto, Dar’khan que já era magíster não foi promovido.

O mesmo almejava o título de Grand Magister e se julgava apto para tal posto.

Mas por possuir uma personalidade abrasiva, ele não conseguiu.

A falta de reconhecimento na sociedade dos Elfos Superiores e sua natureza egoísta começou a corrompe-lo.

Dar’khan começou a desenvolver secretamente suas próprias magias.

Tornou-se obsessivo com a Nascente do Sol e com a Ban’dinoriel.

Para aumentar seu poder, Dar’Khan se aliou ao Arthas em troca de poder, agindo como espião.

Usando da amizade que tinha com Lor’themar, Dar’khan começou a reunir mais informações sobre a Ban’dinoriel.

O pretexto que o magíster usou foi o de fortalecer e prevenir possíveis falhas nas Runas Monolíticas.

Devido ao mal funcionamento de uma das Runas que os levou à emboscada dos Amanis.

Além disso Liadrin também concordava que seria sensato averiguar as Runas.

Assim sendo, Dar’khan adquiriu mais conhecimento sobre as barreiras que protegiam Quel’thalas.

Sabotagem a Ban’dinoriel

Tudo o que ele obteve de informação com o Lor’themar sobre a Ban’dinoriel ele passou ao Arthas.

Por sua vez, Arthas envia comitivas para sabotar os pilares da barreira, como é visto no mangá “World of Warcraft: Cavaleiro da Morte”.

A sabotagem da Ban’dinoriel permitiu que o Flagelo invadisse Luaprata e Quel’danas.

No Plato da Nascente do Sol Dar’Khan assassinou vários membros do Conselho de Luaprata.

A princípio, não era algo que ele conseguia realizar facilmente.

Depois ele passou a se deleitar com a carnificina.

Dar’khan estava utilizando feitiços para interferir na canalização de energia por parte dos Elfos.

Porém ele não era afetado pelo feitiço e começou a absorver o poder da Nascente.

Dar’khan tinha o intuito de aumentar seu poder utilizando a Nascente do Sol.

Após a ressurreição de Kel’Thuzad, Dar’Khan foi morto por Arthas por conta da personalidade traiçoeira do Elfo

Além da absorção em demasia da energia da Nascente do Sol.

Arthas considerou o ato como traição.

Posteriormente, ele foi trazido de volta ao serviço do Flagelo.

Anveena e a Nascente do Sol

Kael’thas destruiu a Nascente do Sol devido a Corrupção ocasionada pela ressurreição de Kel’thuzad.

Entretanto, Dar’Khan percebeu que algum poder da Nascente havia sobrevivido ao incidente.

Assim sendo, Dar’khan Drathir foi enviado para rastrear onde a magia restante tinha ido.

Após três anos da queda da Nascente do Sol, ele finalmente encontrou algo.

Dar’khan detectou a presença da Nascente do Sol próximo a uma camponesa chamada Anveena Teague.

Entretanto, essa presença da Nascente do Sol também chamou atenção da Revoada Dracônica Azul, enviando Kalec’gos para investigar.

Nessa busca, Kalec foi emboscado por caçadores.

Porém o mesmo foi salvo pela Anveena e seu mascote que parecia um dragão bem pequeno sem patinhas traseiras.

A princípio Dar’khan acreditava que aquele mascote era a chave para o poder da Nascente do Sol.

Dar’khan começa a perseguir o grupo de Anveena, que era composto pelo Kalec, Tyrygosa e Jorad Mace.

No primeiro embate parecia que a dragonesa azul Tyrygosa havia matado o Dar’khan, mas de alguma forma ele sobreviveu ou retornou a…não vida?

Dar’khan percebe que o mascote não era uma chave para a nascente, mas a camponesa era a nascente personificada em forma humana.

Então, Dar’khan Drathir sequestra Anveena e a leva para Quel’thalas para absorver o seu poder.

O grupo que acompanhava Anveena foi em busca de resgatá-la e recebem auxilio de Sylvannas, Lor’themar, Halduron, um pequeno contingente de patrulheiros e de Krazus, consorte da Alextrasza.

Anveena consegue manifestar seu poder e “destruir” Dar’Khan.

No mangá não aparece quando ocorreu.

Mas segundo o conto Blood of the Highborne a chegada de Anveena e de seu grupo ocorreu três anos após a queda da Nascente do Sol.

O Retorno de Dar’khan

Eis que Dar’khan não foi destruído de fato.

O Flagelo na região das Terras Fantasmas estavam sendo organizados por ele.

Incluindo, sob os cuidados do mesmo, o Flagelo levantou uma fortaleza conhecida como Cidadela da Morte.

Cinco anos após a queda da Nascente do Sol e dois anos após o combate contra Kalec e Anveena, os Elfos Sangrentos estavam convencidos de que Dar’khan não havia encontrado seu derradeiro fim.

Foi nesse período que Liadrin foi solicitada para deixar sua busca por Dar’khan e foi responsabilizada pela criação da ordem dos Cavaleiros Sangrentos.

A criação desse grupo não passou despercebida pelo Lich Rei.

Dar’khan foi encarregado de capturar os cavaleiros sangrentos para o Flagelo.

Missão muito bem aceita por Dar’khan, pois o mesmo se deleitava com a ideia forçar Lady Liadrin a atacar Luaprata.

Como era inviável um ataque direto, Dar’khan Drathir planejou capturar e matar os Cavaleiros Sangrentos em uma armadilha.

Dar’khan sabia que os Elfos ainda não possuía a localização das Pedra da Luz, da Pedra da Chama e da “Stone of Spark” por meio de serviçais invisíveis.

Essas pedras pertenciam a Belovir e foram utilizada na gerra contra os trolls.

As três pedras foram imbuídas com o poder da Nascente do Sol.

“Stone of Spark” havia se quebrado a muito tempo, mas as outras duas ainda estavam inteiras.

Dar’khan criou um engodo usando essa informação, deixando um pergaminho codificado.

Esse pergaminho foi encontrado na Torre Aurestela.

Com uma pista falsa de um agente chamado “Thadirr”, que possuía as pedras e havia marcado de entregar na torre.

Como previsto por Dar’khan, os Elfos caíram na armadilha e apenas um grupo de Cavaleiros Sangrentos foi emboscado.

Dar’Khan emboscou os Elfos com uma horda de mortos-vivos nas suas costas.

A princípio a armadilha havia dado certo.

Mas um grupo de patrulheiros junto com o Halduron estava próximo ao grupo dos Cavaleiros Sangrentos e perceberam que algo estava errado.

Os patrulheiros foram auxiliar os cavaleiros sangrentos e isso equilibrou a batalha.

Pouco depois o próprio Lor’themar chegou para auxiliar no combate, pois o mesmo percebeu que aquilo era uma armadilha.

Junto ao regente chegaram sua guarda pessoal e o magíster Astalor, virando o jogo.

Dar’khan incinerou o corpo de Lor’themar, porém os Cavaleiros Sangrentos recuaram e curaram o lorde regente.

Astalor, que estava em posse da Pedra de Luz e da Pedra de Chama usou-as contra Dar’khan, minando seu poder.

Lor’themar atirou uma flecha com um fragmento da “Stone of Spark” na cabeça de Dar’khan, fazendo com que seu corpo se tornasse pó. 

Dar’khan Drathir –Ingame

A partir daqui usarei as informações conforme estão descritas no Wowpedia e irei linkar as missões ingame.

Dar’Khan levantou-se mais uma vez.

Porém, desta vez ele estava apenas dentro das paredes da Cidadela da Morte.

Por volta do nível 15 é liberada uma sequencia de missões onde o jogador começa a caçar o Dar’khan.

A missão O enclave dos andarilhos é entregue pelo magíster Kaendris no Sacrário Solar, iniciando a seguinte sequencia de Missões:

A sombra do traidor Vestígios do passado Apresente-se ao magíster Kaendris
Os zigurates gêmeos
A destruição do traidor

Nessa séries de missões temos que investigar sobre o Dar’khan e somos encaminhados para a Torre Aurestela e lá encontramos o diário do Dar’khan.

O diário revela o quanto Dar’khan odiava o próprio povo.

Os Andarilhos confiam no jogador com descobertas de pistas do passado de Dar’Khan e como potencialmente derrotar ele no presente.

Dar’Khan prometeu a Pedra de Luz e a Pedra de Chamas para o Flagelo.

Como as pedras eram imbuídas com o poder da Nascente do Sol, eram uma arma contra o Flagelo.

O jogador é enviado para recuperar as pedras e com ela é forjado uma arma com o poder da Nascente do Sol e entregue ao jogador.

O jogador é então enviado para a Cidadela da Morte para destruir Dar’Khan e voltar a cabeça do mesmo.

A cabeça de Dar’khan é a prova que a Horda precisava do poderio dos Elfos e garantiu a entrada dos mesmos na Horda.

Conclusão

A lore do Dar’khan na minha opinião é uma das mais interessantes, porém uma das mais confusas do WoW.

O Blood of the Highborne foi lançado depois do The Burning Crusade e tira muitas dúvidas, mas também deixa muita coisa em aberto.

Na história ingame do Dar’khan tem hora que parece que os acontecimentos referente a armadilha contra os cavaleiros sangrentos não ocorreram ou que foi bem diferente.

Não sei se a história do Blood of the Highborne anularia os eventos referente a morte do Dar’khan pelo jogador ou não.

Por esse motivo eu usei a forma descritiva do Wowpedia, que narra como se os eventos ingame fosse sequencial, mesmo com algumas informações conflitantes.

Também é de conhecimento geral que mortos-vivos não podem ser trazidos após a morte.

A tal ponto que para trazer o Kel’thuzad foi necessário usar o poder da Nascente do Sol.

E das duas vezes que a Sylvanas morre, as Valkyreis que estavam com ela dão suas vidas pela da rainha Banshee.

Já o Dar’khan morre e volta sabe-se lá como.

Ele foi morto pelo Arthas, Anveena, Lor’themar e pelo jogador.

Além de que a Tyrygosa tinha certeza que que tinha matado o Dar’khan também.

Até hoje não há nenhuma explicação para isso.

Até mesmo a aparência de Dar’khan como morto vivo é complicada.

No encontro de Dar’khan com o Lor’themar e Anveena, com os demais ele estava aparentemente com a aparência de vivo.

Mas segundo o Bloodof the Highborne ele já não estava mais vivo.

No próprio mangá da Trilogia da Nascente do Sol a Anveena pergunta se ele era um morto-vivo e ele simplesmente a faz adormecer e não a responde.

Já no evento em que o Lor’themar mata o Dar’khan ele está com uma aparência similar a descrição dos Lich de D&D.

Pele ressequida sobre os ossos e cabelos quebradiços e opacos.

Alguns suspeitam que é pelo fato do Dar’khan ter absorvido parte da Nascentedo Sol, mas acho uma explicação muito fajuta.

Portanto, tenho minhas suspeitas que muita coisa na lore que conhecemos vai mudar.

Visto que a série crônicas tem a função de realinhar a lore.

Portanto é bem possível que após o lançamento do livro e a inclusão dos Void Elf algumas coisas mudem na lore do Dar’khan.

Ou explique como ele volta a vida com frequência.

Mesmo assim continuarei a escrever coisas baseadas nos contos, hqs e livros antigos.

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